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Crítica | Homem Formiga e a Vespa – Um alívio cômico bem vindo após Guerra Infinita

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Crítica | Homem Formiga e a Vespa – Um alívio cômico bem vindo após Guerra Infinita

2018. Que ano para a Marvel, não é mesmo? Um ano com Pantera Negra, que venceu diversos prêmios. Um ano também com o espetacular Guerra Infinita, que pode ser considerado como uma facada no peito para os fãs da Marvel. Um ano que, sinceramente, Homem Formiga e Vespa foi como um suspiro de alívio.

A sequência do filme de introdução de Scott Lang no universo da Marvel estreou em 2018 e trouxe uma história leve, quase como um tapinha nas costas de consolo depois de todos os acontecimentos de Guerra Infinita. Scott agora precisa lidar com tudo que recaiu sobre si, após os eventos do aeroporto na Alemanha, em Guerra Civil. Resultado? Dois anos de prisão domiciliar e zero contato com Hank Pym e Hope. E é daí que vemos o quanto o personagem que Paul Rudd interpreta amadureceu.

Além dos personagens já conhecidos, como o trio de protagonistas, alguns que não receberam tanta atenção no primeiro filme tem mais tempo na sequência. Exemplo de um que foi uma surpresa hilária, e que não teve muito tempo de tela no primeiro filme é o padrasto de Cassie. Uma outra, e nova, surpresa do segundo filme é o agente de condicional de Lang, Jimmy Woo.

Agora, o que mais me agradou no filme, foi a mudança que a personagem de Hope tem, após receber o traje de Vespa. Hope, em um só filme, se tornou uma das heroínas femininas da Marvel mais incríveis e fodon@s até agora, e a química dela com Scott é digna da “parceira” que o Homem-Formiga precisa. Além disso, Luis é e sempre será o melhor personagem secundário da Marvel. Sem dúvidas. Michelle Pfeiffer como a Vespa original no Reino Quântico é algo incrível de se ver também.

A trama de Homem-Formiga e a Vespa é algo bem menor se comparado com Guerra Infinita. A vilã, Fantasma, é interessante. O poder de moldar a matéria é algo incrível, e que foi apresentado de uma maneira muito interessante no novo filme. Além disso, participações como a de Golias (Laurence Fishburn) trouxeram um charme a mais para o filme. Além de Fantasma, temos também Sonny Burch (Walton Goggins), um gangster que funciona como algum tipo de vilão secundário, tentando adquirir a tecnologia Pym e vende-la pelo maior preço.

Conclusão

No geral, a nova aventura da Marvel é algo light, divertido e para a família, trazendo um roteiro simples, um herói carismático e uma heroína que ganhou seu espaço no coração dos fãs da editora, além de efeitos especiais e cores que saltam os olhos, principalmente no Reino Quântico. Tudo muito tranquilo, pelo menos até você pular da cadeira na primeira cena pós créditos, assim como eu fiz.

 

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